Bonitinho, mas nocivo

Debate discute o vício e os efeitos do cigarro eletrônico

Os alunos da 2ª série do Ensino Médio participaram, no dia 12 de maio, de uma manhã dedicada a esclarecimentos sobre o vício, especialmente no que se refere ao consumo de cigarro eletrônico.

O encontro, que aconteceu no teatro, reuniu todas as classes. Após a exibição do filme “O informante”, de 1999, que se baseia em uma história real sobre a indústria do tabaco, as substâncias viciantes do produto e o papel da imprensa, as professoras Tatiana Nahas e Ana Luiza Nery, de Biologia e de Química, explicaram a composição do cigarro eletrônico e seus efeitos no organismo. Na sequência, o coordenador pedagógico Alejandro Miguelez abordou a questão das fake news, que também têm colaborado para incentivar o uso do cigarro eletrônico, e a atuação do jornalismo na divulgação de informações de interesse público.

A inciativa nasceu nas aulas de Orientação Educacional. Segundo o orientador Bruno Dulce Weinberg, em um debate sobre drogas, os estudantes fizeram perguntas sobre o cigarro eletrônico e ele percebeu a necessidade da atividade interdisciplinar. A aparência moderna, tecnológica, do produto e os discursos falsos que pregam que ele não é nocivo têm atraído os jovens. “É possível fazer um paralelo entre o que aconteceu no passado com o cigarro comum, que foi vendido com o apelo do glamour, e o que vemos hoje com o cigarro eletrônico”, afirmou.

Na noite de quinta-feira, o Colégio recebeu a psicóloga Mônica Andreis para uma palestra destinada a toda a comunidade. Leia a notícia e veja o vídeo.

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