A nova geração da robótica

No último domingo (04/08), André Bianchi, aluno do 8º ano, Luisa Domingos Morettin, Leo Cassettari Musa e Miguel Sanchez Pereira, do 6º ano do Colégio, ganharam medalha de bronze na etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) e se classificaram para a etapa estadual.

Os alunos, que fazem parte do time de robótica, se reúnem às segundas-feiras, sob a supervisão do técnico Léo Inoue, para aprender fundamentos de programação e montar robôs.

Na sexta-feira que antecedeu a competição, a nova geração contou com o auxílio luxuoso dos veteranos da robótica no Colégio: Rafael Piacsek, Daniel Peres e Guilherme Missaka. Os ex-alunos, que atualmente estudam fora do Brasil, aproveitaram as férias para visitar a sala Maker e dar dicas e apoio ao time. “Quando começamos, há 5 ou 6 anos, não tinha nem uma sala para o time de robótica. Éramos eu e o Missaka, na raça”, conta Peres, estudante de Sistemas Cognitivos, na University of British Columbia (UBC), em Vancouver, Canadá. “É muito bacana voltar e ver que o trabalho que começamos deu frutos. Agora o time tem até técnico”, completa Guilherme Missaka, estudante de Engenharia na Harvey Mudd College (HMC), em Claremont, Califórnia.

Enquanto fazia os últimos ajustes em seu robô, Guilherme Suranyi, da 1ª série do Ensino Médio, ouvia os pitacos de programação de Piacsek. “Foi aqui no Santa Cruz que me interessei por programação, ainda no Fundamental 2. Fui autodidata, mas sempre contei com a parceria dos professores e desenvolvi vários programas. Fico feliz de poder retribuir.”

Léo Inoue vê com bons olhos essa interação entre gerações. “A robótica não tem um currículo fechado, cada um pode se desenvolver em sua área de interesse. Também favorece o trabalho em equipe e os mais velhos passam experiência para os mais novos.”

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